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Perfil - Conheça o profissional PDIC
GILSON GALVÃO (TUCA)
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Gilson Galvão, o Tuca, 35 anos, mergulha há 20. Foi criado na beira da praia, numa casa de
veraneio em Arembepe (BA). Passou a infância admirando Mike Nelson e aquele estranho
equipamento que soltava bolhas. Sempre foi aficionado por coisas diferentes. Enquanto alguns
amigos jogavam bola, Galvão preferia fazer caça submarina (maria-preta, no máximo).
Em Arembepe teve contato com muitos mergulhadores profissionais que trabalhavam com
manutenção em emissários submarinos da Tibrás (Titânio do Brasil), empresa na qual ele
mantém atualmente contrato de manutenção. Em 1988 foi convidado a participar como monitor
de curso de mergulho amador e como modelo fotográfico do atual sócio, Dr. László MocsáriFilho, médico hiperbárico da Bahia Scuba. Naquela época certificavam pelo Ministério da Marinha, já que a
empresa era registrada para cursos profissionais e amadores. Depois veio a ABMA e em seguida começou a
trabalhar pela CBPDS-CMAS, onde chegou a ser instrutor 3º grau M3-00031.
Em 1993, com mais dois amigos, fundou, em Salvador, a escola e operadora de mergulho Bahia Scuba. E hoje, oito anos depois, a empresa é uma Gold Resort Dive Center PDIC, oferecendo cursos, manutenção, saídas, recarga nitrox, foto, vídeo e serviços
submarinos de mergulho profissional, sendo reconhecida e habilitada para mergulhos até 50 metros pela
Marinha do Brasil (certificada pela DNV Veritas), agência de turismo cadastrada pela EMBRATUR e certificada pela BVQI, selo QUALITUR nível prata do Governo do Estado da Bahia .
A PDIC é uma das certificadoras mais exigentes do mercado. Por que você a escolheu?
Há muito tempo acompanhava o trabalho do Marcus Werneck e do Maurício Carvalho. Fui testemunha de todo o crescimento da certificadora
no Brasil. Em 1988, o único veículo de comunicação disponível na época era a revista Mergulhar, fantástica por sinal. Era um
colecionador assíduo e estes profissionais sempre assinavam alguns artigos. A coisa foi mudando. Foi quando percebi a necessidade
de uma certificadora mais atuante, não apenas uma fornecedora de carteirinhas. Sentia falta dos cursos de especialidades, do
intercâmbio entre os profissionais, assim como um melhor controle de qualidade das escolas e dos novos padrões de certificação.
Em termos de didática, qual será o grande diferencial de mercado que a PDIC irá emplacar com a nova filosofia Arraso?
Na minha opinião, a filosofia Arraso é um avanço extraordinário e o grande mérito é dividir com o aluno a responsabilidade do seu
desenvolvimento pessoal. E quando o instrutor entender o seu papel como orientador e os novos alunos a importância da dedicação
no aprendizado constante, estaremos no caminho certo. Devemos sempre nos empenhar na manutenção da qualidade, manter
nossos conhecimentos atualizados e operantes. Não devemos esquecer que para tudo isso é preciso cobrar um preço digno pelo
nosso trabalho.
Qual seria a forma ideal de trabalhar de uma certificadora hoje atuando no Brasil?
Aberta aos associados e sempre disposta a ajudar e orientar. É importante dar suporte às escolas e aos instrutores, divulgar,
atualizar e reciclar os profissionais, manter os olhos abertos às mudanças e às fugas de padrão, criar novidades e estimular seus
profissionais a valorizar seu trabalho. Só devemos aceitar aqueles que realmente querem se comprometer com o mercado.
Que benefícios os novos padrões gerais de cursos irão trazer para os mergulhadores e os profissionais PDIC?
Para os mergulhadores, um curso mais completo, técnico e com exercícios importantes à sua formação. Para os profissionais, um
material de fácil análise, uma ferramenta importante para ser utilizada no seu trabalho. Para os mais novos vai ficar mais fácil
trabalhar dentro dos novos padrões a partir do momento que estes forem apresentados de forma clara e objetiva.
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