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José Ricardo Silva dos Santos (Didi) - DF
divers@paranoa divers.com.br
João Paulo Mallet - RJ
jpcad@topdivers.com.br
Ismael Escote - PE
ismadiver@gmail.com
João Tavares - RJ
gamasub@uol.com.br
Maurício P. Henriques - RJ
mhenriques@tech diving.com.br
Fernando Rodrigues - PE
fernandodive@ig.com.br


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Você que ama o mar e anseia por desafios constantes. Que gosta de estar sempre aprendendo. Você que possui essas características é a pessoa certa para se tornar um profissional no mergulho recreativo.

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O Mundo do Mergulho Tek

O termo technical diving foi introduzido na comunidade do mergulho recreativo na década de 1980 por Michael Menduno, editor da revista Aquacorps, criada em 1990. Desde então, o termo tech vem sendo empregado para diferenciar mergulhadores que usavam equipamentos, técnicas e misturas respiratórias que não o ar para realizar mergulhos fora dos limites de profundidade e/ou tempo de fundo aceitos na época como seguros pelas diversas certificadoras.

Contudo, a essência do mergulho Tek, grafia adotada pela PDIC, sempre esteve presente na evolução do mergulho recreativo. O oceanógrafo francês Jacques-Yves Cousteau (1910-1997), sem dúvida o maior responsável pela divulgação das belezas submarinas alcançáveis em mergulhos rasos em recifes de coral, também foi, com certeza, um dos primeiros a utilizar equipamentos de circuito fechado e a divulgar técnicas de mergulho profundo, misturas gasosas e descompressão em vários de seus documentários. Sem falar nas suas aventuras com uso de oxigênio puro e em mergulhos em cavernas – como foi o caso da sua tentativa de exploração da Fountaine de Vaucluse na França em 1946 –mergulho no qual enfrentou vários problemas.

No ano de 1950, na Flórida, EUA, foi estabelecido um dos primeiros programas de treinamento de mergulho em cavernas que nessa época eram visitadas por cerca de 3.000 mergulhadores por ano. Isso aconteceu bem antes do surgimento das primeiras certificadoras de mergulho, que só seriam criadas por volta de 1985, e que foram as responsáveis pela divulgação do mergulho Tek e pelo reconhecimento que ele teve na mídia especializada nos últimos dez anos. De fato, o mergulho Tek sempre esteve presente na necessidade e na curiosidade de muitos mergulhadores que não se contentavam em ver o mergulho como uma atividade puramente contemplativa, mas sim como uma excelente ferramenta de desenvolvimento pessoal e uma oportunidade única de evolução e aprendizado constante.

 

Definição

O mergulho Tek evoluiu principalmente em função da necessidade de mergulhadores recreativos, que foram buscar informações e procedimentos aplicados no mergulho comercial para alcançar seus objetivos, e que passaram a usar equipamentos mais avançados, misturas gasosas e procedimentos descompressivos, antes empregados apenas por mergulhadores comerciais. Contudo, vale ressaltar que o mergulho Tek é muito diferente do comercial, não só pelo objetivo final, mas principalmente pelos equipamentos, procedimentos e normas utilizadas. Quanto ao mergulho científico, este foi bastante beneficiado pelo mergulho Tek, pois áreas de pesquisa como cavernas e recifes

de coral que antes pareciam inalcançáveis e que em geral situam-se em profundidades abaixo de 40 metros, hoje podem ser estudadas a um custo baixo e com logística bem menos sofisticada do que as normalmente usadas nos procedimentos comerciais, e com excelente nível de segurança.

Apesar das técnicas desenvolvidas sob a denominação Tek serem usadas, em algum momento para diversos fins, a grande maioria dos praticantes desta modalidade as utiliza apenas as utiliza apenas com objetivos recreativos.

Vamos entender a definição aceita pela maioria das agências certificadoras:

Mergulho autônomo recreativo

Definido como o mergulho praticado a, no máximo, 40 metros de profundidade, dentro dos limites não-descompressivos das tabelas de mergulho, usando ar ou misturas nitrox enriquecidas até 40% e/ou misturas trimix até 20% de hélio; penetrações sob teto físico (naufrágios ou cavernas) que não ultrapassem a zona de luz natural e/ou a distância linear total da superfície não superior a 40 metros.

Mergulho autônomo Tek

Prática de mergulho autônomo avançada, que utiliza equipamentos, técnicas, conhecimentos e habilidades adicionais para planejar e executar mergulhos que vão além de um ou mais dos limites do mergulho recreativo:

1. Mergulhos a mais de 40 metros de profundidade;

2. Mergulhos com descompressão em etapas;

3. Penetrações sob teto físico (naufrágios ou cavernas) que ultrapassem o limite da luz natural e/ou o limite de distância linear da superfície maior que 40 metros;

4. Uso de misturas nitrox e oxigênio puro para acelerar as etapas de descompressão;

5. Troca de gás durante o mergulho.

 

A Filosofia do Curso TEK TRIMIX PDIC

O mundo Tek abre uma série de novas oportunidades ao mergulhador recreativo, pois a utilização das técnicas que serão desenvolvidas nos programas Tek Trimix PDIC permitirão alcançar, com conforto e segurança, pontos de mergulhos antes inacessíveis. O candidato a mergulhador Tek Trimix PDIC deve estar ciente que para diminuir os riscos envolvidos, é preciso, antes de tudo, mudar radicalmente a sua atitude e o seu compromisso com a atividade. Essa responsabilidade, contudo, não se restringe somente ao candidato, mas também aos instrutores e aos programas Tek Trimix PDIC. Estes devem apresentar padrões que mostrem claramente a diferença entre o mergulho recreativo e o Tek, reforçando a necessidade de maior comprometimento e responsabilidade, principalmente porque alguns desses padrões podem gerar, inicialmente, uma filtragem maior de candidatos menos informados sobre sua real importância.

Vejamos alguns pilares da filosofia de ensino Tek Trimix PDIC:

O mergulho como ferramenta de desenvolvimento pessoal

Desde os cursos para iniciantes, este sempre foi o diferencial PDIC. E nos programas Tek Trimix PDIC não é diferente: essa filosofia vai, mais do que nunca, nortear todo o processo. Os programas foram desenvolvidos com base na certeza de que os candidatos estão procurando muito mais que somente os benefícios contemplativos e escapistas da atividade. Eles assumem que o candidato está, antes de tudo, investindo em uma grande oportunidade de desenvolvimento pessoal e que, para isso, ele deverá estar pronto para um desafio de adaptação constante, motivação, trabalho em equipe e auto-avaliação.

Configuração de equipamentos

Deve ser feita a partir de uma visão holística, na qual cada peça faz parte de um sistema, a fim de se evitar os erros mais comuns: incorreto, falta ou excesso de equipamentos e de lastro (que podem resultar em enroscos), vazamentos, arrasto e desconforto.

O equipamento deve ser encarado como a continuação do corpo do mergulhador e cada peça deve ser acessada de forma automática. Mergulhadores não familiarizados o suficiente com a utilização de seus equipamentos e de suas configurações, perdem minutos preciosos, principalmente em uma situação de emergência. Além disso, a propensão a situações de stress é maior. Por todos esses motivos o mergulhador Tek Trimix PDIC (com o intuito de assegurar uma boa performance) deverá usar o melhor sistema de configuração disponível. A PDIC, em seus programas Tek, elegeu a configuração do it right (DIR) como padrão obrigatório para seus cursos, por ser comprovadamente, até o momento,o sistema mais testado e efetivo.

O hélio é seu amigo

Utilizar as melhores técnicas e os equipamentos adequados é de grande importância para um mergulho Tek seguro. No início da atividade do technical dive, era comum a prática de mergulhos profundos a ar ou nitrox. No entanto, estas misturas, por serem narcóticas e de grande densidade respiratória, contribuíram ao longo desses anos para vários acidentes, muitos deles fatais.

O uso de misturas trimix foi, sem dúvida, o passo mais importante para o desenvolvimento e o aumento da segurança dos mergulhadores Tek, mas, infelizmente, ainda existem muitos mergulhadores, e até instrutores, que por desconhecimento ou irresponsabilidade, estimulam o uso de misturas a ar ou nitrox em mergulhos profundos.

Na verdade não há motivo para que esta prática se perpetue uma vez que a informação sobre o uso do gás correto (hélio) é amplamente divulgada.

Os programas Tek Trimix PDIC são baseados no uso de misturas trimix para o planejamento seguro do mergulho. Portanto, não existe razão para ensinar as pessoas a mergulhar bêbadas para só depois ensiná-las a mergulhar sóbrias.

Comprometimento e prática constantes

A prática constante é uma das condições mais importantes para se assegurar a performance e a segurança em vários setores. Os pilotos de avião (sejam militares, civis ou recreativos), os de asa-delta ou de parapente, devem cumprir, constantemente, um extenso número de horas de vôo e avaliações para manter sua licença. Apesar da maioria das certificadoras de mergulho recreativo não exigir recertificação, pois elas se apóiam no uso do log-book, o programa Tek Trimix PDIC exige uma avaliação e uma recertificação a cada dois anos, pois acreditamos que essa exigência será um fator decisivo no aumento da segurança dos mergulhadores Tek Trimix PDIC.


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